
II CNT debate futuro do trabalho, com presença do Sindnapi
A II Conferência Nacional do Trabalho foi aberta terça-feira (3), em São Paulo. O encontro reúne governo, trabalhadores e empregadores para debater políticas públicas e desafios do trabalho.
O evento ocorre no Centro de Convenções Anhembi e segue até quinta-feira (5). Além disso, reúne delegados estaduais, especialistas, sindicalistas e representantes empresariais de todo o país.
A secretária-geral do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos (Sindnapi), Andrea Angerami Gato, representou a entidade na abertura e participa da conferência como observadora.
Segundo Andrea Gato, os debates também impactam aposentados e pensionistas. Portanto, a presença do Sindnapi amplia a defesa de políticas públicas voltadas à proteção social.
A cerimônia contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, além de lideranças sindicais.
Importância do diálogo
Durante o encontro, autoridades reforçaram a importância do diálogo entre governo, trabalhadores e empregadores. Assim, o modelo tripartite orienta debates e construção de propostas para políticas públicas.
Entre os temas debatidos estão geração de empregos, qualificação profissional, fortalecimento da negociação coletiva, proteção social e impactos das novas tecnologias no mercado.
Além disso, especialistas abordam os efeitos da transição ecológica na economia. O objetivo é construir estratégias que conciliem desenvolvimento sustentável, emprego e proteção social.
Durante a abertura, Andrea Gato destacou o lançamento do programa Qualifica Pró BR, apresentado pelo governo federal para ampliar oportunidades de qualificação profissional.
“Essa iniciativa amplia a qualificação no país e pode beneficiar nossos associados, inclusive aposentados que desejam retornar ao mercado de trabalho”, afirmou Andrea Gato.
O programa foi apresentado pelo ministro Luiz Marinho. Segundo ele, a iniciativa oferecerá cursos profissionais em diversas áreas estratégicas da economia brasileira.
Entre os setores contemplados estão tecnologia, indústria, logística e serviços. Além disso, o programa busca reduzir desigualdades regionais e ampliar oportunidades de inserção no mercado.
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