
FINDECT reafirmou defesa dos direitos dos trabalhadores nas negociações
Na quarta-feira, 10 de setembro, ocorreu a segunda reunião de negociação do Acordo Coletivo 2025/26 entre a FINDECT e os Correios, em Brasília.
O presidente da ECT, Fabiano Silva, apresentou o cenário dos Correios e destacou os desafios financeiros e operacionais enfrentados pela empresa.
Ele afirmou que os salários e benefícios seriam pagos sem prejuízo aos trabalhadores, mas ressaltou a necessidade de medidas urgentes para reestruturar a empresa.
A FINDECT reafirmou o compromisso com os trabalhadores e deixou claro que não aceitaria qualquer retirada de direitos da categoria durante o processo de negociação.
O dirigente Esmeralci Silva enfatizou a importância da união da categoria. “Seguimos firmes na defesa dos direitos e buscamos soluções responsáveis para os desafios”, declarou.
Fabiano Silva propôs a criação de um conselho sindical. A FINDECT apresentou o CONAREDIC, envolvendo governo, Correios e entidades sindicais em esforços conjuntos de recuperação.
O CONAREDIC buscaria discutir e implementar estratégias de reestruturação e investimentos, fortalecendo os Correios e garantindo a continuidade dos serviços sem comprometer os trabalhadores.
A FINDECT defendeu ainda a participação do Governo Federal e do Ministério das Comunicações no conselho, reforçando a importância de estratégias concretas e eficazes.
A direção dos Correios informou que todas as cláusulas do atual acordo permaneceriam prorrogadas até o fim das negociações, garantindo direitos durante o processo.
O vice-presidente da FINDECT, Elias Diviza, realizou articulações políticas em Brasília para abrir diálogo com o governo federal sobre soluções para os Correios.
Ele afirmou: “O diálogo com o governo foi essencial para encontrarmos soluções concretas para os desafios da empresa e garantirmos seriedade na negociação”.
A FINDECT reiterou que conduziria as negociações com responsabilidade e transparência, buscando um acordo justo e equilibrado para a categoria e para a empresa.
Na quinta-feira, 11 de setembro, o foco da negociação foi o debate sobre cláusulas de condições de trabalho, fundamentais para melhorar a vida dos trabalhadores.
A Federação reforçou que a mobilização e a união da categoria seriam cruciais para avançar nas negociações e superar os desafios do processo coletivo.



