PUBLICADO EM 22 de set de 2025

FENATTEL, SINTETEL e Claro iniciam negociações coletivas

FENATTEL, SINTETEL e Claro iniciaram as negociações do Acordo Coletivo 2025/2027, cobrando aplicação integral do INPC e avanços salariais

FENATTEL, SINTETEL e Claro iniciam negociações coletivas

FENATTEL, SINTETEL e Claro iniciam negociações coletivas

Na quinta-feira, 18 de setembro, a FENATTEL e o SINTETEL reuniram-se com a Claro para iniciar as negociações do Acordo Coletivo 2025/2027, incluindo cláusulas econômicas.

Durante a primeira parte da reunião, a empresa apresentou panorama sobre diversidade no grupo. Para os sindicatos, essa exposição foi importante, pois refletiu pluralidade social.

Entretanto, sobre a proposta de Acordo Coletivo, a Claro afirmou não ter números definidos, comprometendo-se a apresentar dados concretos na próxima reunião agendada.

A nova rodada de negociação ocorrerá em 1º de outubro de 2025. Os sindicatos cobraram que a empresa reconheça o índice inflacionário acumulado de 5,05%.

Reivindicações dos trabalhadores

A FENATTEL e o SINTETEL exigiram a aplicação integral do INPC, além de aumento real. Destacaram que conquistas anteriores trouxeram avanços importantes para a categoria.

Entre os ganhos recentes, os sindicatos lembraram do Auxílio Creche também para homens, reajustes acima da inflação no VR/VA e igualdade para casais homoafetivos.

Além disso, os representantes reafirmaram que somente com engajamento coletivo dos trabalhadores será possível avançar mais e consolidar novas conquistas nos próximos acordos.

Debate sobre o PPR 2025

A Claro manteve modelo divisionista no PPR 2025 e ampliou grupos de negócios. Segundo sindicatos, isso pode acirrar divisões internas ao invés de unificar.

Os dirigentes sindicais rejeitaram os critérios de elegibilidade propostos. A empresa não pretende pagar o PPR a quem pedir demissão, além de atrasar pagamentos.

Conforme resultados acumulados até agosto de 2025, Claro Brasil alcançou 66,67% da meta, equivalente a 2,40 salários, enquanto outras unidades também obtiveram bons índices.

Os sindicatos reforçaram: sozinho o problema é individual, mas juntos o problema é coletivo. Por isso, convocaram os trabalhadores a acompanharem e participarem da luta.

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