PUBLICADO EM 24 de mar de 2026

Eletricitários pressionam ANEEL contra caducidade

Mais de 300 eletricitários protestam em Brasília contra caducidade da Enel SP, cobram transparência e reforçam articulação com ministros e ANEEL

Eletricitários pressionam ANEEL contra caducidade

Eletricitários pressionam ANEEL contra caducidade

Mais de 300 eletricitários protestaram, nesta segunda-feira (23), em Brasília, em frente à ANEEL, contra a caducidade da Enel SP, reforçando pressão política.

A mobilização reuniu eletricitários que saíram de São Paulo de ônibus e marcou um dia de forte pressão política, articulação institucional e defesa dos empregos no setor.

O ato cobrou transparência da ANEEL e, ao mesmo tempo, alertou sobre impactos da caducidade, especialmente nos empregos, na segurança jurídica e na qualidade dos serviços.

Agenda institucional com Ministros

Durante a agenda, dirigentes reuniram-se com os ministros Luiz Marinho e Alexandre Silveira, apresentando preocupações da categoria e, assim, reforçando a articulação institucional em Brasília.

Na reunião, Chicão entregou a cartilha da categoria e destacou o Plano Verão; além disso, Marinho acionou Silveira para garantir diálogo direto com trabalhadores.

José Reginaldo (CNTI), ministro Marinho e o presidente do Stieesp, Chicão

Posteriormente, dirigentes alertaram Alexandre Silveira sobre riscos de decisões precipitadas e, ainda, destacaram impactos negativos para trabalhadores e para o setor elétrico nacional.

Também participaram José Reginaldo e Nelson Bonardi, reforçando a articulação nacional; além disso, o Sindicato protocolou ofício à AGU solicitando audiência com Jorge Messias.

Pela manhã, dirigentes cumpriram agenda institucional e reuniões ministeriais; à tarde, realizaram ato em frente à ANEEL, com palavras de ordem e presença de lideranças sindicais.

Presidente Chicão, ministro Alexandre Silveira, José Reginaldo e Nelson (CNTI)

Além disso, o Sindicato protocolou ofício solicitando reunião com o ministro Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União (AGU), para aprofundar o debate e buscar alternativas responsáveis para o setor elétrico.

A mobilização deu continuidade aos atos anteriores e, dessa forma, fortaleceu a pressão nacional iniciada em São Paulo, onde mais de cinco mil trabalhadores participaram.

Eduardo Annunciato afirmou:

“Foi um dia produtivo em Brasília, com diálogo e mobilização firme; seguimos pressionando a ANEEL e fortalecendo a organização nas bases”.

Após o ato, surgiu informação de encaminhamentos contrários à caducidade por órgão ligado à AGU; assim, o cenário passou a indicar possibilidade de revisão.

Por fim, o Sindicato afirmou que seguirá atuando politicamente e institucionalmente e, portanto, manterá mobilização para garantir decisões responsáveis no setor elétrico brasileiro.

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