PUBLICADO EM 10 de jul de 2025

Eduardo Pavão é homenageado no dia da Luta Operária

Ricardo Patah entrega placa à família de Eduardo Pavão, reconhecendo sua trajetória no movimento sindical e sua luta.

Ricardo Patah entrega placa para a ex-esposa e filhos de Eduardo Pavão

Ricardo Patah entrega placa para a ex-esposa e filhos de Eduardo Pavão

No dia 9 de julho, data que simboliza o Dia da Luta Operária, entre as homenagens à sindicalistas e pessoas ligadas ao movimento sindical, o jornalista Eduardo Pavão, que morreu em março de 2017, vítima de um câncer, teve sua tragetória e contribuição reconhecidas e sua família recebeu uma placa assinada por dez centrais sindicais, UGT, Força Sindical, CUT, CTB, CSB, NCST, Pública Central do Servidor, Interssindical Instrumento de Luta, Interssindical Central da Classe Trabalhadora e CSP Conlutas, pelas organizações Centro de Memória Sindical, Instituto Astrogildo Pereira, IIEP, Oboré, além do gabinete do deputado estadual Antônio Donato.

A cerimônia foi realizada na sede da CTB. Representando a UGT, o presidente Ricardo Patah entregou a homenagem à família do jornalista:

“O Eduardo Pavão, diferente dos outros homenageados, não foi dirigente sindical. Ele foi um assessor visionário.”

Patah também recordou brevemente a atuação marcante de Pavão não apenas na UGT, mas também como assessor no Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco, na década de 1990. Segundo o dirigente, ele conseguia captar os anseios da população e traduzir isso nas manifestações sindicais.

Eduardo Pavão, o primeiro à esquerda, com Carolina Maria Ruy, João Carlos Juruna, José Pereira e Altamiro Borges, na sede do Barão de Itararé.

Eduardo Pavão, o primeiro à esquerda, com Carolina Maria Ruy, João Carlos Juruna, José Pereira e Altamiro Borges, na sede do Barão de Itararé.

Representado por sua esposa, Fabiana Silvestre dos Santos, e por seus dois filhos, Pavão teve sua trajetória celebrada com carinho e respeito. Em palavras tocantes, Fabiana afirmou: “Eu estou muito orgulhosa de estar aqui, fomos casados por 25 anos e quando o conheci ele já era militante do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco. Ele amava o que fazia, ele estava sempre pronto.”

O Dia da Luta Operária reforça o papel de defesa da memória sindical, celebrando figuras históricas e enaltecendo o papel dos trabalhadores e trabalhadoras que ajudaram a construir um Brasil mais justo e democrático.

Leia também:

CTB sedia ato “Dia da Luta Operária” na cidade de São Paulo

COLUNISTAS

QUENTINHAS