
Nesta quinta-feira (7), a CTB iniciou seu 6º Congresso Nacional com um seminário internacional realizado no SENAI Cimatec, em Salvador (BA).
Com o tema “Os desafios da multipolaridade geopolítica e a classe trabalhadora”, o evento reuniu delegações sindicais de 20 países, representando a maioria dos continentes.
O presidente da CTB, Adilson Araújo, abriu os trabalhos com um discurso enfático em defesa da luta classista e dos direitos da classe trabalhadora.
De acordo com Adilson, o movimento sindical precisa radicalizar a luta por uma nova ordem mundial baseada na paz, solidariedade e soberania entre os povos.
Além disso, o dirigente denunciou o genocídio em Gaza e as guerras por procuração no Leste Europeu, reforçando a luta anticapitalista e anti-imperialista.
“Não nos resta outro caminho senão a luta pelo socialismo”, afirmou. Ele defendeu a democracia e a superação da desigualdade global.
Durante o seminário, o secretário-geral da Federação Sindical Mundial (FSM), Pambis Kyritsis, enviou uma saudação destacando a força classista da CTB.
“A CTB é uma poderosa força contra a exploração e a injustiça social”, afirmou o representante internacional em sua mensagem.
O dirigente da CTB e secretário-geral adjunto da FSM, Divanilton Pereira, também celebrou o evento e destacou a qualidade dos debates promovidos.
Ele ressaltou a contribuição dos 40 representantes internacionais na análise dos impactos da multipolaridade geopolítica sobre os trabalhadores.
“Mais uma vez, a CTB demonstrou protagonismo e integração internacional”, concluiu Divanilton, avaliando positivamente o início do Congresso.
Com isso, a CTB reafirmou seu papel estratégico no sindicalismo classista e internacionalista.
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