PUBLICADO EM 08 de jun de 2018
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Colunista Miguel Torres

Uma Agenda da Classe Trabalhadora e uma luta pelo Brasil!

Em um momento histórico para trabalhadores e trabalhadoras de todo o Brasil, as centrais sindicais Força Sindical, CUT, UGT, CSB, CTB, Nova Central e Intersindical, estiveram reunidas, no último dia 6, na sede do Sindicato dos Químicos de São Paulo, para o lançamento de um documento intitulado “Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora (Democracia, Soberania e Desenvolvimento com Justiça Social: Trabalho e Emprego no Brasil)”.

O documento, que contém 22 reivindicações dos trabalhadores, será encaminhado a todos os candidatos à eleição de outubro de 2018. Um grande evento, denominado “Dia Nacional de Luta”, já está pré-agendado para o dia 10 de agosto e deverá acontecer por todos os cantos do Brasil.

Precisamos, mais do que nunca, ficar muito atentos a tudo o que vem acontecendo em nosso País no que diz respeito à classe trabalhadora, aos seus direitos e suas conquistas. Esse verdadeiro “desmonte” que querem fazer na legislação trabalhista única e tão somente para beneficiar os grandes “tubarões econômicos”, em detrimento daqueles que, verdadeira e efetivamente, constroem a riqueza do País. O que parece que estão querendo fazer é sucatear nossas empresas, detonar nossa economia e desconstruir nossa soberania. E nós não podemos ficar impassíveis ante tão explícito descaso.

A iniciativa das centrais sindicais, de fortalecer a luta por meio de uma atuação unitária e coesa, não poderia acontecer em momento melhor. Estão querendo enfraquecer e dilapidar a classe trabalhadora brasileira, e não podemos, em hipótese alguma, permitir que isto aconteça. Os sindicatos de trabalhadores – que os poderosos querem transformar em utopia – são o único porto seguro para trabalhadores e trabalhadoras, e por isto querem torná-los em simples expectadores. Temos de arregaçar as mangas para superar este e os outros obstáculos que surgirem à nossa frente.

Durante a reunião do dia 6 os presidentes das centrais assinaram um manifesto deixando claro que os sindicatos não são coadjuvantes da luta, nem mero expectadores. Somos protagonistas da luta em defesa da classe trabalhadora e de seus direitos… e é assim que será! Queremos que o Brasil retome o caminho do desenvolvimento e do crescimento econômico! Queremos empregos de qualidade para todos! Queremos salários dignos! Moradias dignas! Uma vida com dignidade! Não à informalidade! Não a ambientes de trabalho insalubres ou inseguros! Não à precarização! Não ao desemprego!

Vale ressaltar que estamos em ano eletivo, e nosso voto é a arma mais poderosa que temos para fazer valer nossos direitos! Vamos usá-la com proriedade!

Miguel Eduardo Torres, Presidente Interino da Força Sindical, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos S.Paulo e  presidente Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM)

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