PUBLICADO EM 21 de nov de 2020
COMPARTILHAR COM:
Colunista Ricardo Patah

O racismo no Brasil segrega, discrimina e agora mata

Negro, trabalhador, espancado até a morte dentro de um supermercado em Porto Alegre. Infelizmente é essa triste notícia que o Brasil oferece ao mundo no dia dedicado a Consciência Negra. João Alberto Freitas foi vítima de racismo que no Brasil, onde mais de 50% da população é de origem afro descendente, segrega, discrimina e agora mata.

A agressão que resultou na morte de João Alberto por seguranças, é uma prova da fata de qualificação profissional que afeta a grande maioria dos trabalhadores brasileiros. Os seguranças que acabaram matando o trabalhador certamente não tiveram treinamento adequado e competência profissional para lidar com a situação

A União Geral dos Trabalhadores (UGT), representando mais de 12 milhões de trabalhadores no País, lamenta esse triste episódio e que, além de ter custado a vida de um trabalhador, traz graves consequências para a já tão desgastada imagem de nosso País e se coloca ao lado daqueles que lutam para o fim do racismo no Brasil.

Ricardo Patah, presidente  da União Geral dos Trabalhadores (UGT)

ENVIE SEUS COMENTÁRIOS

QUENTINHAS