As direções das centrais sindicais resolveram que as comemorações, este ano, do 1º de Maio serão descentralizadas, sem um evento único, mas com vários em várias entidades. É um esforço para aproximar as comemorações e a pauta dos trabalhadores das bases sindicais.
Embora sejam vários os eventos, a pauta de reivindicações e propostas do movimento serão unificadas em uma nova CONCLAT a ser realizada em Brasília no dia 15 de abril.
Para essa CONCLAT convergirá a marcha para Brasília, com dirigentes e ativistas reforçando o empenho unitário dos trabalhadores e das trabalhadoras.
Aprovada a pauta unitária e o rol das reivindicações estas serão encaminhadas aos representantes dos três poderes, ressaltando em cada uma das entregas aqueles temas principais no âmbito de cada poder.
Com exemplos: ao Executivo será cobrado apoio à legalização dos recursos financeiros das entidades pelos trabalhadores; ao Legislativo será confirmado o interesse pela redução constitucional da jornada, sem redução do salário e o fim da escala 6 x 1; ao Judiciário será demonstrado o apoio à Justiça do Trabalho e o repúdio à pejotização das relações de emprego.
Este grande esforço do movimento sindical com a marcha e esta CONCLAT em movimento será uma das várias contribuições efetivas ao grande desafio eleitoral de 2026.
João Guilherme Vargas Netto é consultor sindical



