PUBLICADO EM 12 de mar de 2026

Colunista: Fim da Escala 6X1 e Redução da Jornada de Trabalho

Artigo aborda o desgaste físico provocado por jornadas extenuantes

O estudo revela como as jornadas extenuantes impactam desigualmente mulheres e trabalhadores de baixa renda. Leia mais.

Jornadas extenuantes, como as de operadores de caixa de supermercado, impactam a saúde física e mental dos trabalhadores, especialmente mulheres e negros. Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Jornadas extenuantes, como as de operadores de caixa de supermercado, impactam a saúde física e mental dos trabalhadores, especialmente mulheres e negros. Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O vigésimo nono artigo do dossiê “Fim da Escala 6×1 e Redução da Jornada de Trabalho”, organizado pelo Organizado pelo Cesit (Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho) em parceria com as centrais sindicais, aborda o tema: “O peso do trabalho e os corpos que aguentam: quem são os corpos que sustentam as estruturas da escala 6×1“. O artigo é assinado por Wanise Cabral Silva, Ludmila Rodrigues Antunes e Mariane Pereira Rodrigues.

O estudo mostra que a escala 6×1 afeta de forma desigual determinados grupos da classe trabalhadora, sobretudo mulheres, trabalhadores negros e pessoas de baixa renda, que concentram ocupações mais precárias.

Com base em pesquisas e dados da PNAD e de estudos sindicais, as autoras apontam que a jornada extensa contribui para o desgaste físico e mental e amplia desigualdades sociais.

O artigo também destaca o crescimento do debate público sobre redução da jornada e direito ao tempo livre, impulsionado por propostas legislativas que buscam reformar o modelo atual de organização do trabalho.

Leia aqui o artigo:

O peso do trabalho e os corpos que aguentam: quem são os corpos que sustentam as estruturas da escala 6×1

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