PUBLICADO EM 12 de fev de 2026

Centrais Sindicais preparam o 8 de Março na Bahia

Descubra como a Força Sindical e a CUT na Bahia se preparam para o 8 de Março e a luta pelos direitos das mulheres.

A Força Sindical Bahia e a CUT organizam atividades unificadas para o 8 de Março, focando na luta contra a violência de gênero.

A Força Sindical Bahia e a CUT organizam atividades unificadas para o 8 de Março, focando na luta contra a violência de gênero.

A Força Sindical e a CUT, na Bahia, intensificam os preparativos para o 8 de Março – Dia Internacional de Luta das Mulheres – com uma agenda unificada de mobilização e enfrentamento à violência de gênero. A construção do ato tem como eixo central o combate ao feminicídio e a defesa de direitos das trabalhadoras.

A Força Sindical Bahia confirmou adesão ao Pacto Nacional contra o Feminicídio, reforçado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem defendido o envolvimento de toda a sociedade — especialmente dos homens — no enfrentamento à violência contra as mulheres.

Em reuniões preparatórias realizadas por mulheres feministas, sindicalistas, trabalhadoras e representantes de movimentos sociais, foram debatidos temas como comunicação da mobilização, estratégias de enfrentamento ao feminicídio e a definição do mote do 8M.

O slogan escolhido para 2026 na Bahia é:

“Mulheres Vivas, em Luta e sem Medo: Por Democracia com Soberania, pelo Bem Viver, fim do Feminicídio e escala 6×1.”

Nenhuma a menos

Além do combate à violência de gênero, a mobilização também incorpora a defesa do fim da escala 6×1, apontada pelas lideranças como fator de adoecimento e precarização da classe trabalhadora, especialmente das mulheres.

Pela Força Sindical Bahia participaram das articulações Solange Lima e Evaneide Feliciano. Em outra reunião ampliada, a central foi representada pela assessora técnica Flora Lassance e pela dirigente nacional Kizzy Adriana.

A CUT também integra o processo de organização, reforçando a unidade das centrais sindicais no estado.

As lideranças destacam que a violência contra a mulher persiste em diferentes espaços — nas ruas, no ambiente doméstico e também nos locais de trabalho — e lembram que assédio moral, assédio sexual e importunação sexual são crimes.

Segundo as organizadoras, a mobilização deste ano busca fortalecer a denúncia, ampliar a participação das mulheres nos espaços de poder e pressionar por políticas públicas eficazes de prevenção e proteção.

O 8 de Março na Bahia será marcado por atos públicos e atividades de conscientização. “Nenhuma a menos” é a palavra de ordem que orienta a mobilização, reafirmando que o enfrentamento ao feminicídio é uma responsabilidade coletiva e permanente.

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