PUBLICADO EM 24 de jul de 2025

Centrais sindicais definem agenda legislativa para 2º semestre

Centrais sindicais de SP definem luta por redução da jornada, isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil e mais direitos no 2º semestre

Centrais sindicais definem agenda legislativa para 2º semestre

Centrais sindicais definem agenda legislativa para 2º semestre

Na manhã desta quarta-feira (24), oito centrais sindicais se reuniram online para definir a nova agenda legislativa do movimento sindical em São Paulo.

O presidente da Força Sindical SP, Danilo Pereira da Silva, participou da reunião, que também contou com representantes da CUT, CSB, UGT, Nova Central, Intersindical e Pública. Assim, os sindicalistas alinharam propostas e traçaram estratégias para pressionar o Congresso a aprovar pautas de interesse da classe trabalhadora.

Redução da jornada e reforma administrativa são prioridades

Durante o encontro, o Dieese e o Diap apresentaram um roteiro de ações que cada central deve executar nos estados, começando por São Paulo.

Dessa forma, os dirigentes definiram como prioridade projetos de lei para o segundo semestre de 2025, como a redução da jornada de trabalho e o fortalecimento das negociações coletivas.

Além disso, as centrais defendem isenção do imposto de renda para salários de até R$ 5 mil e maior taxação de rendas acima de R$ 50 mil.

Por outro lado, os sindicalistas também decidiram atuar para barrar projetos que possam retirar direitos, como propostas em tramitação no TST e no Supremo Tribunal Federal.

Centrais sindicais definem agenda legislativa para 2º semestre

Centrais sindicais definem agenda legislativa para 2º semestre

Pressão direta sobre parlamentares

Portanto, de acordo com Danilo, as centrais vão ampliar o diálogo com deputados federais e senadores eleitos por São Paulo. “O objetivo é convencê-los a apoiar propostas que protejam e ampliem direitos trabalhistas”, explica o dirigente sindical.

Além disso, as centrais planejam, já na primeira semana de agosto, visitas presenciais aos gabinetes dos parlamentares em suas regiões de base. Assim, pretendem reforçar a pressão política.

Os dirigentes também pretendem dialogar com vereadores e prefeitos para fortalecer a mobilização local. Segundo eles, união e articulação são essenciais para garantir vitórias.

“Vamos lutar unidos para aprovar projetos que ampliem direitos e impedir retrocessos”, afirma Danilo.

Desse modo, o movimento sindical reforça sua mobilização para o segundo semestre e promete pressão constante em defesa dos trabalhadores.

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