PUBLICADO EM 27 de fev de 2026

Centrais sindicais apoiam trabalhadores pneumáticos da Argentina

Centrais sindicais brasileiras manifestam solidariedade aos trabalhadores da FATE e defendem diálogo tripartite para preservar empregos

Centrais sindicais apoiam trabalhadores pneumáticos da Argentina

Centrais sindicais apoiam trabalhadores pneumáticos da Argentina

As centrais sindicais receberam com profunda preocupação o anúncio oficial do fechamento da Fábrica de Pneumáticos FATE, na Argentina, que ameaça empregos, direitos trabalhistas e o futuro nacional.

Em nota, expressaram total apoio e solidariedade à luta do SUTNA e dos trabalhadores da FATE pela defesa dos empregos argentinos ameaçados.

Além disso, fizeram um apelo ao governo federal argentino, ao governo provincial de Buenos Aires e aos empresários para abrir um diálogo tripartite imediato que garanta empregos, negociação coletiva e investimentos.

Os dirigentes sindicais destacaram que empregadores não podem se esquivar da responsabilidade social diante do desemprego crescente e do agravamento das desigualdades sociais argentinas atuais dramáticas.

Confira a nota na íntegra:

NOTA DE APOIO E SOLIDARIEDADE AOS TRABALHADORES PNEUMÁTICOS DA ARGENTINA

Com profunda preocupação recebemos o anúncio oficial de fechamento da Fábrica de Pneumáticos da Argentina, FATE.

As Centrais Sindicais brasileiras, expressam total apoio e Solidariedade a luta e ações do SUTNA e dos trabalhadores da empresa FATE na defesa dos empregos e seus direitos na Argentina.

Fazemos um apelo aos Governos Federal e da província de Buenos Aires, e aos empresários para que, através do diálogo tripartite, busquem solução imediata que garantam os empregos e a negociação coletiva, e a implementação de políticas públicas e privadas protetivas e de investimentos que viabilizem a manutenção da produção com o pleno funcionamento da empresa nacional no país.

Destacamos ainda que os empregadores não podem se esquivar de sua responsabilidade social, principalmente num contexto de difícil e de aumento do desemprego e as desigualdades sociais na Argentina.

 

São Paulo, 26 de fevereiro de 2026

 

Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)

Miguel Torres, presidente da Força Sindical

Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)

Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

Sonia Zerino, presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)

Antonio Neto, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)

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