
Catanduva: trabalhadores priorizam convenção coletiva no setor sucroalcooleiro
Em Catanduva, a FITIASP e a FTIA Interior definiram nova estratégia para as negociações do setor sucroalcooleiro paulista. A prioridade será formalizar a Convenção Coletiva antes de acordos individuais.
O encontro ocorreu na sede do Sindicato da Alimentação de Catanduva e reuniu dirigentes sindicais e representantes empresariais. Além disso, participaram executivos da Raízen responsáveis pelas Relações de Trabalho.
Durante a reunião, as federações comunicaram oficialmente que não firmarão Acordos Coletivos de Trabalho individuais antes da formalização da Convenção Coletiva estadual do período 2025/2026.
De acordo com as lideranças, a medida fortalece a negociação coletiva e assegura cláusulas macro para toda a categoria. Dessa forma, os sindicatos consolidam direitos antes de avançar em pautas específicas por empresa.
As federações convocaram representantes empresariais para alinhar expectativas e reforçar a diretriz. Portanto, não haverá ACT enquanto a CCT estadual não estiver devidamente formalizada.
“As federações estão convocando os dirigentes empresariais para deixar claro: este ano, a prioridade é a Convenção Coletiva. Estamos discutindo com as Relações de Trabalho das grandes multinacionais e usinas de açúcar que não haverá acordo individual (ACT) enquanto não tivermos a nossa Convenção (CCT) formalizada no Estado de São Paulo”, destacou a liderança do movimento.
A articulação conjunta entre as entidades demonstra coesão estratégica. Assim, o movimento sindical busca ampliar garantias, padronizar conquistas e proteger trabalhadores do setor de açúcar e álcool em São Paulo.
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