
Bancários ocuparam a Paulista em defesa do Banco do Brasil
Na manhã da quarta-feira (27), bancários, movimentos sociais e centrais sindicais ocuparam a Avenida Paulista em defesa do Banco do Brasil e da soberania nacional.
O ato foi deliberado na 27ª Conferência Nacional dos Bancários e, portanto, aconteceu simultaneamente em diversas capitais brasileiras, ampliando a mobilização nacional.
Os bancários defenderam que o Banco do Brasil era essencial para o desenvolvimento econômico e social, garantindo crédito à agricultura familiar e apoio a pequenos empreendedores.
Além disso, o banco fomentava a economia popular e oferecia serviços financeiros estratégicos que, de fato, fortaleciam a soberania nacional e protegiam o interesse público.
Durante o protesto, os participantes exigiram responsabilização de Jair, Eduardo e Flávio Bolsonaro, acusados de articular ataques coordenados ao Banco do Brasil e ao sistema financeiro.
Os dirigentes denunciaram que notícias falsas sobre a solidez da instituição buscavam gerar pânico, desestabilizar a economia nacional e enfraquecer o patrimônio público brasileiro.
As falas destacaram que o Banco do Brasil era sólido e seguro. Portanto, os ataques não atingiam apenas a instituição, mas também o país inteiro.
Com faixas, cartazes e bandeiras, bancários gritaram palavras de ordem: “O BB é do povo, é do Brasil, e não está à venda!”.
Por fim, a CUT-SP reafirmou seu compromisso com a defesa do Banco do Brasil, do emprego e da soberania nacional diante de interesses privatistas.
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