Lançado em 1946, o filme A felicidade não se compra ainda é atual
Pode um filme realizado há setenta anos manter a sua atualidade neste Natal? A resposta depende, como sempre, e obviamente, de quem o vê. Será afirmativa se, tal como George Bailey, a personagem central da história, o espectador for um idealista formado nos princípios da solidariedade e da partilha com os seus concidadãos. Se, pelo contrário, se tiver rendido à lógica da usura e da procura do lucro a qualquer preço que se tornou a ‘religião’ dos nossos dias então achará este ‘It’s a Wonderful Life’ um filme com um discurso ultrapassado, ao gosto das ‘esquerdas’ mais ou menos radicais ou, com alguma condescendência, uma ‘treta sentimental’ como diz Henry F. Potter, outra personagem da trama.
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