cultura

Arte de rua; street art em Sampa

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Beth Carvalho canta “Saco de feijão”; música

Houve um momento em nossa história econômica em que a inflação altíssima corroia o valor de compra do salário dos trabalhadores. O Cruzeiro (Cr$), moeda do Brasil de 1942 a 1967, de 1970 a 1986 e de 1990 a 1993, entrou em vigor por causa da alta da inflação e da necessidade de haver uma contabilidade mais adequada. Mas, mesmo com estes planos a inflação continou descontrolada e o dinheiro desvalorizado. Era um "saco cheio de dinheiro pra comprar um quilo de feijão". Disso que trata o samba bem humorado na voz da saudosa Beth Carvalho!

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Beth Carvalho foi a heroína de seu samba; opinião

Ela descobriu velhos sambas de Cartola, inéditos de Nelson Cavaquinho e, num momento em que isso ainda não dava dinheiro, fez a sua prece de fé para que a raça brasileira estivesse sempre de pé

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Morre o diretor teatral Antunes Filho, aos 89 anos

Um dos principais encenadores do país, criou o Centro de Pesquisa Teatral e dirigiu dezenas de espetáculos antológicos

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Música e Trabalho: O CMS colheu pérolas da música brasileira para você

Desde março de 2012 o Centro de Memória Sindical mantém um canal no Youtube que pode parecer inusitado para a história dos trabalhadores. Trata-se do canal Música e Trabalho, que expõe músicas variadas, de todos os estilos, sempre acompanhadas de um comentário que as relaciona com o mundo do trabalho.

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Arte de rua; Street art em Sampa

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Paulinho da Viola canta: “Que Trabalho é Esse?”; música

Esta música fala sobre a desvalorização do trabalho. Trabalho pesado: "carregar pedra"; exploração da mão de obra: "o serviço não está rendendo"; e baixa remuneração: "Trabalhar por tão pouco dinheiro". Com o desemprego em alta, muitos, sem opções, se submetem à estas más condições. Se a maré tá ruim qualquer emprego serve. Mas se tem trabalho pra todo mundo, dá pra recusar e até pedir aumento. As dificuldades do trabalhador viram samba nas mãos do poeta.

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Arte de rua, Street art em Sampa

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Baby Consuelo canta: “Todo Dia Era Dia de Índio”; música

Falar em dia do índio é uma ironia. A música de Jorge Ben não é uma homenagem ao povo indígena. É mais do que isso. O autor toma para si o lamento daqueles que foram dizimados, que perderam seu espaço, sua terra, sua vida, para o colonizador europeu. A música, desta forma é um protesto contra a ironia cínica com que o "homem branco" comemora o dia do índio. Porque antes de sua chegada "todo dia era dia de índio".

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A Maldição da Chorona’ e cinco filmes exibidos na 42ª Mostra estão entre as estreias da semana

Amor Até as Cinzas Jiang Hu Hr Nü. China/França/Japão, 2018. Direção: Jia Zhang-ke. Com: Zhao Tao, Liao Fan e Xu Zheng. 137 min. 12 anos. Dirigido pelo chinês Jia Zhang-ke e exibido em Cannes, o drama acompanha uma mulher que, após se envolver com um mafioso e disparar um tiro para salvá-lo de uma briga, […]