Para o povo, trabalho por app é sem futuro
A abordagem que parte da necessidade e da falta de opções do trabalhador para defender a ideia de que ele “prefere” o aplicativo no lugar de um trabalho regulamentado pela CLT é perigosa e pode induzir ao erro ao usar dados empíricos para legitimar a precarização. É preciso considerar o contexto em que vive o trabalhador que defende o trabalho desregulamentado.
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